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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

IR SOBRE GANHO DE CAPITAL EM 2016 – IMÓVEIS

Neste mês de setembro de 2015 o governo federal resolveu anunciar o escalonamento do IR sobre ganho de capital na venda de imóveis até então com alíquota única de 15% sobre os ganhos obtidos pelo contribuinte vendedor.
Saiba mais: 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Oportunidade em Bombinhas SC






sábado, 20 de setembro de 2014

23% dos investidores brasileiros acham que os imóveis serão a melhor aplicação dos próximos 10 anos

De acordo com a Pesquisa Global de Opinião dos Investidores – 2014, da Franklin Templeton, 23% dos investidores brasileiros acham que os imóveis serão a melhor aplicação dos próximos 10 anos.

O número ficou em linha com as respostas do ano anterior, e foi o melhor resultado entre as expectativas para os próximos 10 anos.

Em segundo lugar aparece o investimento em ações. Para 15% dos entrevistados, esta será a melhor aplicação dos próximos 10 anos. No entanto, apesar de acharem que as ações podem se valorizar bastante, os investidores acham que correm bastante risco com este tipo de aplicação: 20% dos respondentes afirmaram que ações serão o investimento mais arriscado da próxima década.

Para Marcus Vinicius Gonçalves, Country Head da Franklin Templeton no Brasil, a percepção de risco reflete os investimentos atuais dos brasileiros. “As pessoas estão investindo menos em ações, mesmo achando que a rentabilidade no longo prazo da renda variável tende a ser melhor do que outras aplicações. Isso acontece porque a aplicação também traz uma percepção maior de risco para os investidores”, explica.

Duas aplicações dividem o terceiro lugar na preferência dos investidores em relação à possibilidade de valorização na próxima década: as commodities não-metálicas e os depósitos de renda fixa, com 12% das respostas cada uma.

Melhor investimento deste ano

Em relação às expectativas para 2014, os brasileiros também apostam no investimento em imóveis. Segundo o levantamento, 26% acham que esta classe de ativos trará melhores retornos do que as outras neste ano.

As ações também aparecem logo em seguida, com 15% das respostas, enquanto as commodities não-metálicas foram citadas por 12% dos entrevistados como o melhor investimento de 2014.

Metodologia

A pesquisa ouviu, no Brasil, 509 investidores com mais de R$ 50 mil em recursos disponíveis para realizar aplicações financeiras, e foi realizada entre os dias 2 e 15 de janeiro.

Por Diego Lazzaris Borges

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Colunistas de Balneário Camboriú visitam a Casa Cor Paraná

 O Diretor Geral do Grupo Brava Beach Maurício Scoz com o Gerente Comercial Nelson Queiroz.

 imagens da decoração da Brava Beach Store

Após o concorrido lançamento de sua Brava Beach Store, no mês de julho, o Grupo Brava Beach marca presença mais uma vez na capital paranaense. Desta vez, na conceituada Casa Cor Paraná como um dos patrocinadores locais, visando a divulgação da marca que já é solidificada no litoral norte de SC. E para marcar o último fim de semana da Casa Cor, o Brava Beach levará até Curitiba um grupo de colunistas do litoral catarinense para conhecer todas as instalações de sua nova loja e conferir as tendências em uma das maiores mostras de decoração do Brasil, ocasião em que estarei presente. 

A viagem está programada para quinta feira, dia 12. Todos serão recepcionados na central de vendas da Praia Brava onde vão ser recebidos com um delicioso café da manhã. Depois partirão rumo a Curitiba onde poderão conhecer a boutique imobiliária recém inaugurada, a Brava Beach Store.  Após a visita à Casa Cor, o grupo retorna para Balneário Camboriú.

Segundo Nelson Queiroz, gerente comercial do Grupo, os visitantes do maior evento de decoração das Américas terão a oportunidade de conferir um apartamento da reserva Aroeira, de 142 m², assinado pelo arquiteto João Freitas. "A reserva Aroeira integra o maior empreendimento em frente ao mar, do Brasil, o Brava Beach Internacional, assim como a Reserva Corais. Com a entrega dessas reservas, em setembro de 2014, concluímos a primeira fase do empreendimento que irá se desdobrar ao longo dos próximos anos", afirma o executivo. Ainda segundo Queiroz, "a presença da grife imobiliária na Casa Cor Paraná visa estabelecer um approach com os clientes de Curitiba, num espaço que reproduz a exclusividade da Praia Brava".

 

Crédito das fotos: Divulgação


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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Apartamentos compactos em alta no mercado imobiliário


Cada vez mais procurados pelos consumidores, os apartamentos compactos estão em alta seja como moradia ou forma de investimento. Projetos inusitados e decoração planejada são essenciais para transformá-los em espaços aconchegantes e cheios de estilo. "Apartamentos compactos conquistam solteiros, recém-casados, estudantes, profissionais dinâmicos etc. Combinam praticidade e versatilidade e os projetos são adequados a cada necessidade", garante Marcela Rastelli, gerente de Incorporação e Novos Negócios da Cosil.

De acordo com a profissional, a integração é a principal característica desses apartamentos, que oferecem mais comodidade aos moradores com ambientes multifuncionais. "O projeto deve acompanhar a funcionalidade de cada espaço. Por isso, precisa ser versátil", conta. Na hora de decorar, a versatilidade também é palavra de ordem.

Quem pensa que os imóveis de metragens menores estão na mira apenas dos futuros moradores se engana. Eles também estão entre as melhores possibilidades de investimento. "Além de atenderem ao público com estilo de vida moderno são boas opções para quem quer investir e pretende adquirir para locação, pois estão cada vez mais valorizados", afirma Jéssica.
Fonte: Gui@ Construir e Reformar

Segundo semestre movimenta mercado imobiliário


O mercado de imóveis vem se configurando como um dos mais promissores da indústria brasileira e com a chegada do segundo semestre cresce o número de procura por imóveis na Grande Florianópolis. Com a movimentação de estudantes alguns setores da economia sentem, de forma positiva, a demanda. É o caso, por exemplo, do setor imobiliário que chega a registrar alta de até 10% no período.

Segundo o diretor de marketing do SECOVI Florianópolis/Tubarão, Lucas Madalosso, a movimentação é favorável para o segmento. “A expectativa é de que a busca se mantenha em alta, assim como foi no primeiro semestre. Destacamos o período de troca do semestre, julho e agosto, como os dois meses de maior procura”, comenta.

Com a procura em alta, para Lucas tudo indica que os aluguéis continuem subindo um pouco acima da inflação, ou seja, numa média de 9% ao ano. “Para o reajuste dos contratos vigentes, normalmente se utiliza o IGPM(FGV) como indexador, que é um índice que mede a inflação desde matérias-primas até bens e serviços. Por outro lado, o preço do aluguel dos imóveis à disposição pelas imobiliárias é fixado de acordo com o crescimento do mercado local, e da oferta e procura”, diz.
Fonte SECOVI /SC

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Virou bom negócio



por
 

Comprar um imóvel para alugar ou aplicar em fundo que fazem isso, um tipo de investimento que era um mico há alguns anos, virou uma ótima opção com a queda dos juros. Mas quem comprou antes pagou mais barato.
O engenheiro paulistano Luiz Fernando Gambi passou mais de 15 anos ouvindo provocações sempre que conversava sobre investimentos. Seus amigos aplicavam, basicamente, na bolsa e na renda fixa – e ficaram um bom tempo rindo a toa com os juros de 20% ao ano e com a valorização das ações, especialmente das empresas que abriram o capital entre 2004 e 2007 (algumas chegaram a subir mais de 50% num único dia). Só que ele sempre investiu em imóveis – e só em imóveis. Seu objetivo era comprar o maior número possível de casas e apartamentos (ele não diz quantos tem, mas corretores garantem que são mais de 50, todos em São Paulo) e alugá-los para conseguir um retorno de 1% ao mês. Para amigos, era uma loucura: Gambi passava vários finais de semana procurando imóveis, outros acompanhando a reforma de propriedades antigas e um bom tempo negociando com corretores – e, se tudo desse certo ganhava perto de 13% ao ano. Hoje, quando as conversas sobre investimentos aparecem, os papéis se invertem. São os amigos que ficam pedindo conselhos. “Eles querem saber os melhores bairros, o que eu visitei no fim de semana, essas coisas que pareciam chatas e agora parecem interessantes”, diz.
É verdade que comprar um imóvel para alugar – ou colocar dinheiro num fundo imobiliário que receba aluguéis de um shopping ou prédio comercial – não é o melhor negócio do mercado. O retorno que os investidores têm conseguido fazendo isso caiu de 7% para 6% ao ano, em média, nos últimos cinco anos, segundo uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Mas, pela primeira vez desde o início do Plano Real, em razão da queda dos juros, esse rendimento é maior que o de títulos públicos atrelados à inflação (faz-se essa comparação porque os aluguéis são, na maioria das vezes, corrigidos por índices de preço). E, no caso dos imóveis, ainda existe a chance de os preços subirem e o investidor ganhar algum dinheiro vendendo por um valor maior. A valorização dos imóveis continua, embora com menos força que em anos anteriores. Em média, os preços das casas e dos apartamentos subiram 18% em Recife, 16% em São Paulo, 15% no Rio de Janeiro e 4% em Brasília nos últimos 12 meses, de acordo com a Fipe. Mas quem comprou há anos, como Fernando Gambi, ganhou mais de 300%.
Reportagem-Exame-Imoveis-3
Em geral, os imóveis mais fáceis de ser alugados são os pequenos, de até dois dormitórios – um levantamento do site Zap, que reúne os classificados eletrônicos para a venda de imóveis em sete cidades, mostra que os apartamentos com aluguel no valor entre 1500 e 2000 reais são os mais pesquisados pelos usuários. Em parte, isso é explicado pela mudança no perfil de moradia dos brasileiros: na última década, o número de pessoas por domicílio caiu 16%, e quem decide sair de casa geralmente procura um lugar pequeno. Mas, para ganhar dinheiro comprando e alugando imóveis desse porte, é preciso barganhar para pagar pouco. Se é mais fácil alugar cobrando até 2000 reais por mês, o preço não pode ser muito superior a 400.000 reais – e é cada vez mais difícil encontrar imóveis de dois quartos por esse preço em algumas capitais.
Uma alternativa à compra de uma casa ou apartamento é partir para os fundos imobiliários. Há carteiras de aplicação mínima de 1000 reais. Alguns fundos distribuem em rendimento mensal, como se fosse um aluguel – é o caso daqueles que aplicam em shoppings, universidades, hospitais e empreendimentos comerciais já prontos e com inquilinos. No último ano, o rendimento médio foi de 9% ou 0,75% ao mês, segundo levantamento feito pela empresa especializada em investimentos imobiliários Uqbar/Portal TLON. Esse rendimento, somado à valorização dos imóveis, deu aos cotistas um retorno de 35% – e, pelas regras atuais, os fundos são isentos de impostos de renda. Foi um negócio excelente. Mas, claro, há riscos que, até agora, a maioria dos investimentos, entusiasmada com os altos rendimentos, tem ignorado. Alguns fundos aplicam parte do patrimônio em imóveis com problemas – como prédios com dívidas com o INSS e inquilinos que não têm alvará para de mudar – na esperança de resolvê-los de forma rápida e sem prejudicar o retorno de fundo. Mas, se der tudo errado, o investidor fica no prejuízo. O conselhos dos especialistas é que, antes de colocar dinheiro num desses fundos, o investidor separe algumas horas para ler o prospecto de cerca de 200 páginas, que reúne as informações sobre os imóveis – e os riscos da aplicação.
Quem acha que tem condições de avaliar os riscos de imóveis comerciais melhor que os gestores de fundos pode investir neles diretamente. A opção mais comum são os escritórios. Há os de altíssimo padrão, concentrados basicamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, que custam alguns milhões de reais. Uma alternativa mais barata são as “salinhas”, escritórios menores, geralmente alugadas por médicos, arquitetos e outros profissionais liberais. As mais baratas custam cerca de 300.000 reais. O valor anual do aluguel representa, em média, 10% do preço total do imóvel. É um percentual mais alto que o de imóveis residenciais, mas, segundo os especialistas, o risco também é maior. De acordo com consultores imobiliários, os prédios comerciais costumam ser construídos em ondas. As cidades ficam anos sem oferta e, de repente, vários edifícios são inaugurados ao mesmo tempo, o que pode derrubar os preços. Foi o que ocorreu com as salinhas em São Paulo. De 2007 a 2012, foram entregues 23.000 salas com até 100 metros quadrados. Corretores estimam que 40% delas estejam desocupadas (não há levantamentos oficiais para esse setor). A consultoria imobiliária Colliers também prevê um excesso de oferta de escritórios de alto padrão em São Paulo nos próximos meses, porque há prédios sendo construídos e o desaquecimento da economia em 2012 reduziu a procura das empresas por novos escritórios.
Reportagem-Exame-Imoveis-5
Nenhum consultor financeiro recomenda que os investidores façam como Fernando Gambi e apliquem tudo o que têm em imóveis. Ainda que a renda recebida com os aluguéis possa ser usada para cobrir algum gasto inesperado – ou para pagar a viagem de férias, por exemplo -, concentrar as apostas é arriscado. E também há oportunidades interessantes na renda fixa e na bolsa – com retorno algumas vezes superior ao do mercado imobiliário. De forma geral, os especialistas sugerem investir entre 5% e 30% do patrimônio em imóveis ou fundos do setor. “Deixar de considerar essa opção é um erro ainda mais num momento em que todo mundo precisa buscar retorno maior e renda fixa”, diz Rodrigo Menon, sócio da Consultoria Beta Advisors, que atende clientes de alta renda. O que Luiz Fernando Gambi tem dito a seus invejosos amigos? “É difícil achar bons negócios”, afirma. “Só procurando muito”. Vale, para investimentos no mercado imobiliário, a mesma regra de sempre. É até possível ganhar mais dinheiro que a média. Mas que dá um trabalho danado, dá.
Fonte: Revista Exame.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Você sabe se comprar jóias é um investimento interessante?



O Dia das Mães acabou de passar e a próxima data que também movimenta bastante o mercado, principalmente o de jóias, é o Dia dos Namorados. Entretanto, você sabe se comprar esses produtos confeccionados, sobretudo, a base de ouro e pedras preciosas também pode ser encarado como uma forma de investimento?
Para se chegar a uma resposta, vale a pena entender como o mercado de ouro se comporta. De acordo com o coordenador do curso de gestão em finanças da Veris, Fabrício Ferreira, os investidores olham para o ouro como um investimento bastante seguro. Assim, em momentos de crise financeira mundial, quando as economias nacionais passam por instabilidade, o preço do ouro sobe.
Isso quer dizer que se a intenção é comprar jóias feitas de ouro, é importante observar a cotação do metal no mercado. “Em momentos de crise, os investidores se assustam e correm para investimentos mais seguros como títulos do tesouro, dólar e ouro”, diz o professor.
 
O cenário atual, por exemplo, não é tão interessante para comprar, pois o metal está em um nível de preço muito elevado. “Agora é um péssimo momento se alguém quiser comprar jóia para investir; O preço do ouro vai cair quando passar a crise”, avalia o professor.
Apesar de ser uma forma de investimento não tão tradicional, as jóias podem, sim, ser consideradas investimentos. A dica para quem for comprar é evitar as peças supervalorizadas por conta de design, por exemplo. O valor agregado desse trabalho dificilmente trará retorno. Isso quer dizer que se você compra uma peça feita por um designer famoso, por exemplo, quando quiser revender, não terá retorno por isso.
“Todo o valor que foi agregado na peça dificilmente se valoriza no tempo, a não ser em casos especiais”, diz o professo. Ou seja, se você comprou uma peça de um profissional desconhecido e, posteriormente, ele fica famoso. São situações análogas as pinturas, explica o professor

Redução dos juros nos empréstimos
Portanto, se o objetivo for investir, não compre as peças pensando no design. Além disso, observe como está a cotação do metal no mercado nacional. O professor ainda explica que uma vantagem de comprar jóias é o fato de ser possível usá-las como garantia em empréstimos, com juros bem interessantes.
Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, a pessoa que quiser um empréstimo pode dar suas jóias como garantia e, caso aprovado, consegue um empréstimo com juros mais baixos. “O banco avalia na hora o valor das jóias e te concedo o empréstimo com taxas de juros mais baixas do que as modalidades comuns”, diz o professor.

Vantagens de investir na compra de jóias
-Em momentos de crise, costumam subir bastante acompanhando principalmente o preço do ouro;
-Preservação do poder de compra. As jóias não perdem valor em cenário de alta inflação;
-Em momentos de dificuldades pessoais, é um poderoso colateral usado em empréstimos a juros muito abaixo dos juros de mercado nas casas de penhores;
-Liquidez mais alta do que alguns ativos físicos que também podem ser utilizados como reserva de investimento, tais como imóveis;
-Dificilmente haverá perdas significativas, como pode acontecer com ativos financeiros, tais como ações e títulos.
E as desvantagens desse investimento...
-Exceto nos momentos de crise, não costumam ter grande valorização. Às vezes, podem até ficar abaixo da inflação, considerando-se intervalos de um ou dois anos;
-Risco alto no Brasil, em função da segurança pública ser deficiente. As opções seriam guardar as jóias em empresas que fazem a guarda em cofres ou fazer seguro. Ambas as opções incorrem em custos adicionais que podem corroer eventuais ganhos;
-Liquidez muito baixa na comparação com ativos financeiros. Em emergências, desfazer-se das jóias para obter recursos monetários pode representar uma perda significativa;


Oportunidades nos leilões de jóias
Quando o assunto é investimento, o advogado Diego Maturo foca na compra de jóias em leilões, principalmente os realizados pela Caixa Econômica Federal. “Eu veja os itens do catálogo, vejo os preços e faço uma pesquisa de mercado antes de arrematar”, explica.
Segundo ele, essa estratégia representa grande economia. Um anel de brilhantes de 10 pontos, que sairia R$ 1.000 no mercado, sai por R$ 300,00 num leilão. Caso alguma peça de um lote que tenha arrematado venha com algum defeito, você pode mandar restaurar, explica Maturo.

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 18/5/2012 19:20

Todas as imagens são da http://www.tiffany.com

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ao investir no seu imóvel, o proprietário lucrará em conforto e em melhor resultado, no caso de negociá-lo



Divulgação/Imovelweb
Casa com jardim
Ambientes bem cuidados valorizam os imóveis
Nesta época de facilidades para compra de imóvel, o mercado de usados é beneficiado também pelo movimento de proprietários que negociam a antiga moradia para comprar uma nova. A infraestrutura existente no entorno da casa ou apartamento - tais como escolas, postos de saúde, supermercados, linhas de onibus e shoppings - é elemento de valorização que independe do seu dono. Porém, manter a habitação em boas condições de uso, e mesmo reformá-la de acordo com as tendências do mercado faz importante diferença, para maior, no caso da venda.

"A principal recomendação no que diz respeito a reformas é não fazer alterações com o objetivo de deixar o imóvel personalizado conforme os gostos pessoais. Imagine um imóvel com detalhes que remetem a animais, o que pode não agradar o gosto dos possíveis compradores. As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, atender as demandas do mercado. Personalizar um bem deprecia o seu valor”, alerta Freitas, que também é diretor de Locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi).
No caso de negociação, cozinhas, garagens e banheiros amplos aumentam o lucro do proprietário, contudo, de acordo com o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, nem todas as modificações influenciam de maneira positiva o valor do imóvel.
O especialista diz que custo, qualidade e utilidade são as três bases de sustentação de qualquer reforma no imóvel. As alterações não devem ter um custo alto comparado com o valor da construção, pois corre-se o risco de não conseguir recuperar o investimento. “A qualidade dos materiais utilizados também é fundamental. O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade”, observa.

De acordo com o diretor da carioca Primar - que neste mês inaugura filial na Barra da Tijuca, os cômodos mais importantes para a valorização do imóvel são a cozinha e o banheiro. Atualmente, diz ele, as casas e apartamentos novos não dispõem de grandes espaços, e muitos preferem imóveis com ambientes amplos.
“A cozinha é um lugar de integração, perfeita para as reuniões em família na hora das refeições. Por isso, cômodos com fácil passagem, superfícies resistentes e pisos e revestimentos fáceis de limpar são mais valorizados”, considera.

Os banheiros e os equipamentos, considera Freitas, também podem aumentar significativamente o valor de um imóvel. "Um banheiro no quarto principal e mesmo mais de uma suíte são considerados diferenciais. Esse ambiente deve ter um bom tamanho, com box e espaço confortável para o vaso sanitário. Vale investir nos encanamentos, porque mesmo não sendo visíveis, as boas condições da infraestrutura do imóvel são imprescindíveis. As banheiras contribuem para aumentar o preço do imóvel”, acrescenta.
Conforme o especialista, o acabamento deve ser de qualidade, com cores discretas e resistência. Ele diz que a cerâmica, granito ou madeira são os materiais mais indicados para o piso, enquanto o carpete não é recomendado, principalmente pelos aspectos de higiene e saúde. “A limpeza é outro fator que influencia na hora de comercializar o imóvel, podendo acrescentar uma boa porcentagem no valor. Um local limpo e organizado passa uma boa imagem e realça os pontos fortes da edificação”, destaca.
Em se tratando de casa, acrescenta o especialista, a garagem e a área externa também contam pontos na hora de vender ou alugar o imóvel. "No jardim, a grama deve ser aparada, árvores podadas, as flores bem cuidadas, e nada de deixar a horta cheia de mato. Quanto às garagens, os compradores apreciam as amplas, que acomodem, pelo menos, dois carros. O visual externo do imóvel tem que ser arejado e iluminado e a cor externa deve ser clara, aumentando as chances do negócio ser concretizado”, finaliza o diretor de Condomínios da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel de Oliveira Freitas.


(Fonte: Exame)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Visita a obra e ao plantão do Marina Beach Tower

image

 O único com Marina Exclusiva


Veja o vídeo e conheça o projeto:



Acompanhe a visita à obra:






Descontração e clima de praia!











Maquete da obra








Super estrutura do plantão, não da mais vontade de sair!











Meu artigo na Revista Destaque Imobiliário:










Acompanhando a obra, super organizada



Me surpreendi, muito vàlida a visita para entender melhor o projeto!!





Margem do rio sendo respeitada, ao contrário do que chegou a se comentar,  a edificação esta sendo feita bem recuada ao rio , ate mesmo bem distante em relação as edificações vizinhas ao local.





Vista de costas para o rio:




Agende sua visita com um de nossos corretores credenciados, pelo telefone 47 3361 7707.


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Setor imobiliário brasileiro - Melhor mercado emergente para investimentos em 2011



O segmento imobiliário brasileiro sofreu grande expansão nos últimos anos. Lançamentos, entregas e novas obras são observados em várias regiões do país, tanto em meio às classes A e B como nas C, D e E. Apesar de todo o otimismo, empresários do setor apontam alguns problemas, entre os quais mão de obra qualificada em número insuficiente.
 
Constatações à parte, estudo realizado pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em língua inglesa) constatou que o país foi mais bem visto pelos investidores estrangeiros em relação à China, a grande potência emergente da atualidade. 
 
Matéria veiculada pelo Estadão revela que o Brasil não foi considerado somente como o mercado emergente mais propício e interessante para investimentos, como, também, o quarto entre os demais com maiores possibilidades de valorização. Mesmo com alguns entraves em sua economia, os estadunidenses lideram o topo do ranking. Na concepção de Ian Hawksworth, presidente da Afire, a situação que trouxe benefícios aos emergentes foi a melhor disposição entre os investidores para 2011 e a perspectiva de os investimentos serem mais bem diversificados.
 
Fonte: Portal Bolsa Valores 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Invista em qualidade de vida. Invista em VOCÊ. Invista em Balneário Camboriú!

Esta semana iniciamos a campanha de comemoração aos 47 anos de se aniversário do município!

Festeje conosco e acompanhe abaixo nossas ofertas: 



Dicas:

  • A programação completa do aniversário de 49 anos do aniversário de Balneário Camboriú de  pode ser conferida no site da Prefeitura




  •                www.litoraldesantacatarina.com

                   Fotos de Camboriú, veja aqui fotos de lindos lugares, praia do estaleiro, praia de laranjeiras, praia do pinho, praia de taquaras, praia de taquarinhas, praia do buraco, parque unipraias, interpraias.



  • Calendário de Eventos Municipais para o Mês de Aniversário da Cidade (clique abaixo) : 
  • segunda-feira, 13 de junho de 2011

    Rentabilidade de imóvel dispara no país



    CIRILO JUNIOR
    DO RIO
    GIULIANA VALONE
    DE SÃO PAULO


    O aquecimento da economia e a inflação do mercado imobiliário tornaram o investimento em imóveis, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a melhor alternativa em termos de rentabilidade no ano passado.
    No Rio, o ganho médio desses investimentos ficou em torno dos 50% em 2010, segundo o Secovi-Rio (Sindicato da Habitação).
    Superou de longe até aplicações como o ouro, que teve rentabilidade de 32%. O dado leva em conta os valores de venda e também de aluguel.
    O mesmo aconteceu em São Paulo, onde o valor dos lançamentos disparou até 71% no ano passado -caso dos apartamentos de luxo de um dormitório. Na média, os preços saltaram 34,4% na capital paulista.
    Somados os ganhos que um investidor tem com aluguel, que subiu 13,44% na cidade, a rentabilidade do investimento imobiliário alcançou 47,84% em 2010. No Rio, a rentabilidade em regiões da cidade, considerando o preço de venda e de locação, chega a 90%.
    Editoria de Arte/Folhapress
    É o caso de um apartamento de um quarto no centro da cidade, local onde os imóveis tiveram, em 2010, valorização média de 70%.
    Boa parte dos imóveis com maior rentabilidade está em áreas próximas a comunidades que receberam UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), como Tijuca, Copacabana e Vila Isabel. Nessas regiões, a rentabilidade média superou os 50%.
    "Investir em imóveis sempre foi um bom negócio, mas está cada vez melhor. E cada vez mais investidores chegam. Não só pessoas físicas, mas empresas e estrangeiros também estão apostando", afirma a vice-presidente financeira do Secovi-RJ, Maria Teresa Mendonça Dias.
    O advogado Fábio Martins, 53, entrou no mercado imobiliário há três anos e pretende investir mais. "Está valendo a pena investir no Rio. O mercado está aquecido, e a tendência é a coisa se intensificar ainda mais", afirma.
    DESAQUECIMENTO
    Mas, para Luiz Paulo Pompeia, da Embraesp, o preço dos imóveis chegou perto do teto nessas cidades, desacelerando o ritmo de valorização e estreitando as possibilidades de ganho.
    "Estamos vivenciando o início disso. Quando chegar ao final do ano, verá que foi em abril, maio, que começou esse arrefecimento."
    Além de as melhores oportunidades terem passado, vale lembrar que a "imobilização" de capital é um processo caro, implica alta concentração de recursos e impõe gastos com manutenção.

    sábado, 30 de abril de 2011

    FGV lança índice para calcular rentabilidade de imóveis

    (23/02/2011) - FGV lança índice para calcular rentabilidade de imóveis
    A Fundação Getulio Vargas (FGV) lançou, em cerimônia na BM&F Bovespa, o Índice Geral do Mercado Imobiliário - Comercial (IGMI-C). O indicador vai calcular a variação da rentabilidade dos imóveis comerciais, levando em consideração a oscilação dos preços. Está em estudo, no entanto, um índice que acompanhe também o segmento de imóveis residenciais, embora não haja previsão para seu lançamento.
    O índice trimestral, lançado já com uma série histórica iniciada em 2000, vai retratar o desempenho de mercado de imóveis como escritórios, estabelecimentos comerciais, hotéis, shoppings e indústria e logística. Os dados sobre esses imóveis são obtidos junto a investidores institucionais, entidades de classes, consultores e gestores de carteiras imobiliárias. "Este é um índice de rentabilidade. Por enquanto, reflete só o mercado imobiliário comercial, mas já estamos trabalhando para construir um índice residencial", afirma o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, e consultor técnico do índice, Paulo Picchetti. O levantamento está concentrado em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, mas há informações de todos os estados do país.
    Fonte: O Globo

    terça-feira, 19 de abril de 2011

    A nova geração imobiliária brasileira - Artigo



    O Brasil vive um momento aquecido do mercado imobiliário. O aumento na renda da população e as facilidades dos financiamentos bancários formam um conjunto de forças que permitem que os brasileiros invistam no seu próprio imóvel, novo ou usado, mesmo com as altas nos preços em algumas regiões. Na cidade de São Paulo, um estudo do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), aponta que os imóveis usados registraram uma valorização de até 269% em 2010. O número demonstra o que ocorre em São Paulo, mas serve como termômetro para medir o mercado imobiliário nas outras capitais brasileiras.

    O crescimento no Brasil é tão expressivo, que este já se tornou alvo de investidores internacionais. Segundo dados da Global Property Guide, empresa britânica de pesquisa de imóveis, o país alcançou a liderança na lista de 10 países na valorização imobiliária nos últimos 24 meses, com 46,4%, e deixou para trás Israel e Hong Kong, com os percentuais de 33,1% e 24,5%, respectivamente. E mesmo com o incremento ocorrido nos últimos anos, o volume total dos financiamentos imobiliários em relação ao PIB brasileiro ainda está bem abaixo na relação apresentada por países desenvolvidos e até por vizinhos da América do Sul, como o Chile, o que permite aduzir que ainda há muito espaço para o crescimento do setor.



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